Homem talhado para trabalhar com o público, este é Regis Evaloir – Gerente Regional da Celesc Blumenau. Já esteve à frente da empresa na gestão passada de LHS e pelo trabalho realizado, continua também na atual administração. Passou por momentos difíceis, em época de trovoadas fortes, como no verão passado, quando por várias oportunidades a rede de distribuição foi danificada, e a população toda atingida, cobrando restabelecimento ao mesmo tempo. Regis tem buscado recursos para a melhoria de toda rede nos municípios sob sua jurisdição, inclusive no ano passado viu com sucesso a inauguração da nova subestação de distribuição de energia em Indaial. Capacidade se tem, não vem por acaso e Regis é uma deles. Conta com uma equipe eficiente ao seu lado, sempre tratando a comunidade como merece, afinal este é o publico alvo, o consumidor que paga para usar energia, e para nós da imprensa, sempre que o solicitamos para esclarecimentos sobre o seu setor, o mesmo não se furta em nos atender.
domingo, 1 de julho de 2007
Casa do Comercio
Quando foi iniciada a restauração do prédio do antigo Cavalinho Branco, hoje com o nome de Casa do Comércio, muitos tinham a certeza, de que ali seriam comercializados produtos fabricados em Blumenau. Mas pelo que se sabe ali estão se instalando entidades sindicais como: Sindilojas, Sincavi, Sincofarma, Blucredi e a CDL, não condizendo com o nome dado ao prédio. Pois comércio segundo o Aurélio é “negócio que se faz comprando e vendendo”, podendo ser também “relações de negócios”, mas neste caso só favorece as entidades. Gostaria de saber quem teve a infeliz idéia de colocar este nome na casa das entidades representativas ligadas ao comércio, não local de vendas. Não questiono o direito de terem um local apropriado, de fácil acesso. Agora com este nome, dá para confundir o consumidor. Quem quiser que se manifeste.
Liberdade sob duas rodas
Quanto prazer sente alguém que pode adquirir uma moto do tamanho e da qualidade desta que estamos mostrando. Pelo pouco que conversei com o piloto e a carona, foi o suficiente para bater a foto e sentir neles, o quanto estavam satisfeitos. Devidamente equipados, conforme exige a lei, percorreram as rodovias do Vale do Itajaí, com destino à Blumenau, sentindo o vento bater de frente. Disseram-me que só por isto valia o investimento, e que jamais trocariam a viagem de moto por uma viagem de carro. Que bom se todos pudessem fazer só aquilo que dá prazer.
Inauguração com vitória em noite de Dodo

Confesso que neste sábado, estava apreensivo para assistir o jogo pelo Brasileirão entre Fluminense e Botafogo, duelo este que marcava a inauguração do Estádio Olímpico João Havelange, ( Engenhão). Neste momento esqueci a ética profissional e passei a ser puramente o velho torcedor fanático do Botafogo, que sou há 48 anos.
Passei pelo meu teste de coração. E numa analise de quem como se estivesse assistindo a um filme de cavalos selvagens, onde o caubói tentava laçar o corcel negro (cavalo) e via ele galopar pelo deserto sem poder pega-lo, tal era a sua rapidez, assim eu via a vontade do fluminense, um grande time, com um grande treinador, a dominar o jogo que terminava o primeiro tempo com um a zero a seu favor. Mas para nossa felicidade no intervalo Cuca colocou o time de volta a realidade e voltou melhor para o segundo tempo e corcel negro mudou de lado, agora era o Dodô, tal sua rapidez, em duas oportunidades decidiu o jogo a nosso favor.
Estava inaugurado o novo estádio olímpico, com a marca de Alex Dias que marcou o primeiro gol do jogo e levou a Taça Didi, que nos anos 50, marcou o gol de inauguração do Maracanã.
AH! Não posso deixar de mandar um abraço aos meus amigos torcedores do fluminense como Amauri Pereira e Cláudio Holzer, dedicar esta matéria ao grande médico Luiz Eduardo Caminha, ao amigo Juliano Russi e ao deputado Décio Néri de Lima, que junto com este colunista, ajudam a encher uma Kombi de torcedores alvinegros,(como dizem os adversários).
Estamos mais líderes do que nunca e invictos.
Passei pelo meu teste de coração. E numa analise de quem como se estivesse assistindo a um filme de cavalos selvagens, onde o caubói tentava laçar o corcel negro (cavalo) e via ele galopar pelo deserto sem poder pega-lo, tal era a sua rapidez, assim eu via a vontade do fluminense, um grande time, com um grande treinador, a dominar o jogo que terminava o primeiro tempo com um a zero a seu favor. Mas para nossa felicidade no intervalo Cuca colocou o time de volta a realidade e voltou melhor para o segundo tempo e corcel negro mudou de lado, agora era o Dodô, tal sua rapidez, em duas oportunidades decidiu o jogo a nosso favor.
Estava inaugurado o novo estádio olímpico, com a marca de Alex Dias que marcou o primeiro gol do jogo e levou a Taça Didi, que nos anos 50, marcou o gol de inauguração do Maracanã.
AH! Não posso deixar de mandar um abraço aos meus amigos torcedores do fluminense como Amauri Pereira e Cláudio Holzer, dedicar esta matéria ao grande médico Luiz Eduardo Caminha, ao amigo Juliano Russi e ao deputado Décio Néri de Lima, que junto com este colunista, ajudam a encher uma Kombi de torcedores alvinegros,(como dizem os adversários).
Estamos mais líderes do que nunca e invictos.
Campanha do Agasalho
Sábado terminou a Campanha do Agasalho da RBS TV e BACK. Acompanhei durante horas o recebimento de doações na praça Dr. Blumenau. Foi um sucesso. Vários carros e pessoas a pé, vinham entregar seus donativos: roupas e calçados para serem repassados aos mais carentes. Que bela iniciativa, como também uma campanha similar foi realizada com êxito pela TV Galega. Como este povo é solidário e não é de hoje. Parabéns.
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