Uma espécie de lagarta que, quando queima, pode levar à morte, já fez 14 vítimas no Paraná apenas neste ano. Uma mulher de 53 anos morreu.A lagarta Lonomia, típica da região centro-sul do país, aparece com mais freqüência no verão e na primavera. Neste ano, ela já fez quase a mesma quantidade de vítimas do que em todo ano passado --quando 22 paranaenses foram intoxicados, mas ninguém morreu. A lagarta pode chegar a sete centímetros, tem cor esverdeada e espinhos.
As pessoas queimadas apresentam equimoses (manchas roxas), dores de cabeça e mal-estar uma mulher de Clevelândia (408 km de Curitiba), que não teve o nome divulgado pela secretaria, foi queimada por uma lagarta da espécie e morreu por hemorragia intracraniana.
"A lagarta é de mata nativa. Mas como [essas áreas] foram sendo devastadas, elas se adaptaram a outras plantas", diz Rúbia. Segundo ela, o inseto ataca, principalmente, em áreas rurais e vive, na maioria das vezes, em árvores frutíferas.
Matéria da Agência Folha