Texto: Hamilton AntonioNeste dia não poderia escrever sobre outro assunto que não fosse sobre esta figura fantástica: Mãe.
Mãe de todos nós, mãe de ricos e pobres, de filhos ilustres e desconhecidos, de filhos de bom caráter ou de filhos que de uma forma ou de outra estão em débito com a sociedade por delitos cometidos.
Ser mãe é algo indescritível mesmo que este colunista tenha tido uma mãe maravilhosa. Em vários momentos parei para analisar o que ela representa desde o momento da concepção do filho, que em seu útero ligado pelo cordão umbilical está ligado a ela, mãe.
Mãe é alguém que todos nós precisamos ter ao nosso lado, foi assim desde o começo do mundo quando Deus criou o homen e do alto de sua divindade percebeu que estava faltando a mulher que acabou sendo a primeira mãe do mundo.
Neste dia quantas mães estão felizes por terem seus filhos junto delas, mesmo que sem presente material, mas dando o maior de todos, o abraço e um muito obrigado por existir.
Outras mães tristes porque seus filhos estão distantes dos olhos, ou perto, mas não se lembram que ela existe.
Mães que choram no dia de hoje por filhos que partiram para nunca mais voltar, outros nos presídios cumprindo penas. Mas é bom lembrar que mãe é sempre mãe, por todos os motivos que já escrevi e pra ela o mais importante é dizer: ele é meu filho.
Confesso que sou sentimental por isto encerro esta crônica dedicado a todas as mães do mundo, prestando uma homenagem primeiro a minha esposa Bettina que é mãe, e que ao longo destes 20 e tantos anos tem se mostrado verdadeiramente mãe, sempre presente na hora que nossa filha precisa, ou simplesmente para uma carinho.
E se me permitem homenageio in memorian as minhas duas mães: mãe Nair e minha sogra Emilia, que Deus já as recebeu e as cobriu com seu manto divino. Fica a saudade e nossas orações de agradecimento por eternamente nos permitir chama-las de MÃE.