Texto Introdução HAGFoto: Divulgação
Acostumado a ver grandes decisões nos estádios de futebol ou pela TV e até mesmo trabalhando como cronista esportivo, na beira do gramado, fica difícil para o colunista escrever o que não vi. Dizem que a Seleção de 58 foi a melhor de todos os tempos, como tinha apenas 5 anos na época, sou obrigado a me valer do direito de usar matéria transcrita do Globoesporte, com as escalações e demais detalhes da decisão, para homenagear estes atletas ( craques) ou jogadores diferenciados, que deram e ainda nos dão, o orgulho da conquista.
Seria bobagem minha dizer que a seleção que mas gostei foi a de 70, porque tenho que respeitar a opinião de quem esteve na Suécia, acompanhou os jogos e faz esta avaliação. Como não estou escrevendo para discordar, e sim para homenagear a conquista, faço minha, a frase do velho lobo, Zagalo, que foi desta conquista em diante que o mundo teve que começar futebolisticamente falando, a ter que nos engolir, são 5 títulos no total.
Acostumado a ver grandes decisões nos estádios de futebol ou pela TV e até mesmo trabalhando como cronista esportivo, na beira do gramado, fica difícil para o colunista escrever o que não vi. Dizem que a Seleção de 58 foi a melhor de todos os tempos, como tinha apenas 5 anos na época, sou obrigado a me valer do direito de usar matéria transcrita do Globoesporte, com as escalações e demais detalhes da decisão, para homenagear estes atletas ( craques) ou jogadores diferenciados, que deram e ainda nos dão, o orgulho da conquista.
Seria bobagem minha dizer que a seleção que mas gostei foi a de 70, porque tenho que respeitar a opinião de quem esteve na Suécia, acompanhou os jogos e faz esta avaliação. Como não estou escrevendo para discordar, e sim para homenagear a conquista, faço minha, a frase do velho lobo, Zagalo, que foi desta conquista em diante que o mundo teve que começar futebolisticamente falando, a ter que nos engolir, são 5 títulos no total.
E hoje 29 de junho, comemoramos 50 anos da conquista do 1º Título Mundial
Fonte: Globoesporteste
Estádio Rasunda, em Estocolmo
Fonte: Globoesporteste
Estádio Rasunda, em Estocolmo
Público: 49.737 pagantes
Juiz: Maurice Guigue (França)
Gols: Liedholm, aos 3 minutos do primeiro tempo; Vavá, aos 9 e aos 32 do primeiro tempo; Pelé, aos 10 do segundo tempo; Zagallo, aos 23 minutos do segundo tempo; Simonsson, aos 35 do segundo tempo; Pelé, aos 46 do segundo tempo
SUÉCIA: Karl Svensson, Orvar Bergmark, Bengt Gustavsson e Sven Axbom; Rejno Borjsesson e Sigvard Parling; Kurt Hamrim, Gunnar Gren, Agne Simonsson, Nils Liedholm e Lennart Skoglund. Técnico: George Raynor.
BRASIL: Gilmar, De Sordi (Djalma Santos), Bellini, Orlando e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo. Técnico: Vicente Feola
Juiz: Maurice Guigue (França)
Gols: Liedholm, aos 3 minutos do primeiro tempo; Vavá, aos 9 e aos 32 do primeiro tempo; Pelé, aos 10 do segundo tempo; Zagallo, aos 23 minutos do segundo tempo; Simonsson, aos 35 do segundo tempo; Pelé, aos 46 do segundo tempo
SUÉCIA: Karl Svensson, Orvar Bergmark, Bengt Gustavsson e Sven Axbom; Rejno Borjsesson e Sigvard Parling; Kurt Hamrim, Gunnar Gren, Agne Simonsson, Nils Liedholm e Lennart Skoglund. Técnico: George Raynor.
BRASIL: Gilmar, De Sordi (Djalma Santos), Bellini, Orlando e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo. Técnico: Vicente Feola
Na semana que passou o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recepcionou 11 dos 13 jogadores que ainda vivem, para um almoço no Itamaraty, onde homenageou os campeões de 58 e prometeu mandar ao Congresso, um projeto para que todos os jogadores campeões do mundo que estejam passando por dificuldade recebam benefícios da união. O lateral Nilton Santos e o goleiro Gilmar, que não puderam ir à cerimônia, também foram lembrados.