Fonte : Informe semanal do Sistema FIESCA FIESC enviou um documento à direção da SCGás chamando atenção para oimpacto do aumento de 22% no preço do gás natural programado pela empresa, que tornaria atarifa praticada em Santa Catarina a mais cara do país.
No ofício, a entidade cobra posicionamento firme por parte da SCGÁS para a manutenção dos atuais valores das tarifas e alerta que, se praticar o reajuste, a empresa poderá ser responsável por problemas estruturais sócio-econômicos, que irão atingir diretamente o segmento industrial, inclusive os seus trabalhadores.
Na terça-feira a FIESC participou, com outros representantes da indústria, de reunião com o governador Luiz Henrique da Silveira e a direção da SCGás para discutir a questão.
A Federação reforçou sua posição contra o reajuste, destacando que a SCGás vem apresentando altos índices de rentabilidade e que, por isso, não precisaria impor esse aumento dos preços.
No final do encontro ficou definido um reajuste de 8%.
Este ano, o preço do gás para as indústrias catarinenses jáhavia aumentado 6% em fevereiro e mais 2% em abril.
No final do encontro ficou definido um reajuste de 8%.
Este ano, o preço do gás para as indústrias catarinenses jáhavia aumentado 6% em fevereiro e mais 2% em abril.