domingo, 31 de agosto de 2008

A diversidade cultural do Festival de Música de Itajaí


Fonte: Mirian Regina Budal ArinsSuperintendente da Fundação Cultural e Coordenadora Geral do Festiva

No ano em que se comemora o cinqüentenário da Bossa Nova, o Festival de Música de Itajaí chega a sua 11ª edição. Com uma seleção de shows nacionais que mostra a diversidade cultural brasileira, a começar pelo “Pré Pós Tudo Bossa Band” de Zélia Duncan, Cláudio Dauelsberg, “PianOrquestra” faz do piano tocado a dez mãos uma orquestra de um único instrumento.

O Rabo de Lagartixa inova o choro ao inserir o sax soprano e o contrabaixo acústico na formação do grupo e transitar por vários ritmos. As possibilidades de sons produzidos pelo corpo humano são exploradas pelos integrantes do Barbatuques.

A inquietude e vozeirão inconfundíveis de Jair Rodrigues proporcionarão ao público um passeio pelo universo do samba e suas vertentes. A fusão do popular e do erudito é apresentada pelo compositor, cantor, pianista, arranjador e maestro Francis Hime.

O lirismo da Música Popular Brasileira vem representado pela interpretação marcante de Fátima Guedes. A música popular do Roupa Nova com arranjos vocais e instrumentais sofisticados completa este caldeirão musical da mostra nacional.
As oficinas, ministradas por músicos de excelência em suas áreas, são o coração deste grande corpo que se tornou o Festival de Música de Itajaí. Nelas professores e alunos dos vários cantos do Brasil trocam experiências, dão um novo rumo a suas carreiras artísticas, gestam novos projetos.

O Conservatório de Música Popular Cidade de Itajaí é exemplo disso. Sonhado como um espaço de continuidade das oficinas chega ao seu segundo ano dando uma nova dinâmica ao Festival.