Acho que sou parecido com o Cabanãs, sim. Fico mais preso na área como ele, enquanto os outros atacantes também se movimentam pelas pontas. Como acontece com o Wellington Paulista quando jogamos juntos, por exemplo - afirma o argentino.Se sobram piadas com o peso do atacante do Botafogo, Zárate garante que isso não é novidade. E já está acostumado a lidar com essa situação. - Sempre recebi esse tipo de crítica.
Mas sei que vou vencer pela arte. Sinto-me bem fisicamente. Isso é que importa, além de eu contar com o apoio do técnico Ney Franco.