Mat: HAG
Depois de várias rodadas de negociações tentando acertar com o patronal entre outras reivindicações, o reajuste salarial, pediam 15% e o patronal ofereceu 8% os trabalhadores têxteis resolveram fazer paralisações e começaram pela Cremer.
Segundo entrevista da presidente do Sintrafite, à Rádio Menina FM no programa Bota a Boca no Trombone, nesta manha de terça-feira (7), a opção de começar pela Cremer por ser uma das maiores empresas da região e também porque os trabalhadores desta empresa se mostraram muito presente nas tomadas de decisões junto ao sindicato querendo a paralisarão.
Quanto a participação de outros sindicatos e até de gente de outros estados, Viviam não escondeu nada, disse que chegaram ontem durante o dia de São Paulo 42 pessoas que são do movimento sindical, que trabalham em vários sindicatos no Estado de São Paulo, são metalúrgicos com panificação, e tem também o apoio de sindicatos de Blumenau e do estado de SC. Falou também dos sem terra que são assentados, que estão plantando e que vieram ajudar a montar as barracas, e reafirmou a grande conquista que foi a adesão maciça dos trabalhadores da Cremer.
A coluna ligou às 9 horas e 15 minutos para o Sintex fomos atendidos por uma senhora que se identificou sendo a financeira do sindicato, pedimos para falar com o diretor executivo Renato Valim ela nos disse que ele estava em reunião e a assessoria de imprensa só estaria trabalhando no período da tarde, a coluna usou a ética que é pelo menos ouvir as duas partes, o que não foi possível.