quinta-feira, 10 de abril de 2008
Bola Cheia e Bola Murcha
Bola CheiaNós torcedores de outros times somos obrigados a reconhecer que o Flamengo está de bola cheia, em semana de clássico contra o Botafogo.
Foi a Cuzco no Peru, jogou a 3.500 metros de altitude e de forma suave ao de leve aproveitou as 3 oportunidades de gol e marcou, buscando a classificação para a próxima fase da Libertadores de forma antecipada. Parabéns aos rubro negros, porém domingo tem clássico contra o Botafogo, e clássico é clássico.
Bola MurchaDepois de três derrotas consecutivas, o Grêmio primeiro perdeu em Goiás para o Atlético Goianiense pela Copa do Brasil. Domingo perdeu no Olímpico para o Juventude, sendo desclassificado do Gauchão 2008 semifinal. E nesta quarta-feira mais um vez perdeu nos pênaltis para o time de Goiânia, encerrando assim sua participação na competição.
Não há o que dizer, a não ser com todo respeito, o time está de bola murcha, pois só voltará a jogar dentro de 31 dias, pelo Campeonato Brasileiro.
Até lá com novas contratações, quem sabe a bola enche de novo.
Sem licitação, quatro partidos alugam o Congresso
Sem passar por uma disputa em licitação, quatro partidos políticos alugam salas no Congresso Nacional. Os quase 900 metros quadrados rendem à Câmara e ao Senado quase R$ 28 mil mensais em taxas de ocupação (espécie de aluguel de bens do Estado) e R$ 8 mil para ratear despesas com eletricidade, água, esgoto e telefone. Em um ano, a renda obtida chega a R$ 433 mil.
Os valores são pagos por DEM, PMDB, PP e PSDB para manterem suas sedes, presidências, tesouraria ou administração de suas fundações de estudos políticos e sociais. Algumas legendas ocupam o Congresso desde a época da ditadura militar, mas só passaram a pagar por isso em 2003, no Senado, e em outubro passado, na Câmara. As duas Casas mantiveram os partidos onde estavam e consideram isso normal.
Mas advogados especializados em direito administrativo e partidos sem salas no prédio projetado por Oscar Niemeyer consideram ilegal ou injusta a atitude do Câmara e do Senado. Para eles, o correto seria haver licitação, uma espécie de leilão – quem pagasse mais pelo espaço teria o direito de ocupá-lo
“É obrigatória a licitação, sim. É a chave do princípio da impessoalidade”, diz Luiz Eduardo Serra Neto, advogado especialista em direito público. “A oportunidade deve ser dada às pessoas. Essa disputa [por espaço] não deve ser por quem chegou primeiro.”
Leia tudo no Congresso em Foco
Os valores são pagos por DEM, PMDB, PP e PSDB para manterem suas sedes, presidências, tesouraria ou administração de suas fundações de estudos políticos e sociais. Algumas legendas ocupam o Congresso desde a época da ditadura militar, mas só passaram a pagar por isso em 2003, no Senado, e em outubro passado, na Câmara. As duas Casas mantiveram os partidos onde estavam e consideram isso normal.
Mas advogados especializados em direito administrativo e partidos sem salas no prédio projetado por Oscar Niemeyer consideram ilegal ou injusta a atitude do Câmara e do Senado. Para eles, o correto seria haver licitação, uma espécie de leilão – quem pagasse mais pelo espaço teria o direito de ocupá-lo
“É obrigatória a licitação, sim. É a chave do princípio da impessoalidade”, diz Luiz Eduardo Serra Neto, advogado especialista em direito público. “A oportunidade deve ser dada às pessoas. Essa disputa [por espaço] não deve ser por quem chegou primeiro.”
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Wanrowsky manifesta apoio aos jornalistas
A Associação Brasileira de Imprensa recebeu os parabéns do vereador Marco Antônio Wanrowsky (PSDB) pelo seu centenário. O tucano aproveitou a ocasião para congratular o Sindicato de Jornalistas de Santa Catarina pela luta por um piso salarial digno para a categoria. A atuação dos profissionais da área também foi enaltecida pelo parlamentar, que se referiu a eles como “agentes fundamentais no nosso cotidiano”.Ainda com relação ao assunto, Wanrowsky se posicionou favorável à reformulação da lei de imprensa, para regularizar a postura da mídia. Em seguida, afirmou: “A imprensa livre é uma segurança para a democracia. Imprensa amordaçada é o início da ditadura e da perda das liberdades individuais, sociais e políticas”.
Obras na Via Expressa
As obras da Via Expressa, no bairro Fortaleza, que nos últimos meses estavam sendo feitas com recursos do próprio município, deverão ganhar novo ritmo com os repasses do Governo Federal. Em viagem a Brasília, o prefeito João Paulo Kleinübing recebeu a garantia de que os recursos de R$ 4 milhões, incluídos no Orçamento Federal de 2007 para a conclusão da Via Expressa, finalmente serão repassados para a cidade.A prestação de contas completa, com todas as etapas cumpridas pela Prefeitura de Blumenau, para o repasse dos R$ 4 milhões, já foi feita em fevereiro de 2007. Mas, somente nesta terça-feira, dia 8 de abril, com a nova visita do prefeito ao DNIT, em Brasília, os recursos foram assegurados.
Além da finalização da via projetada 82, atualmente em obras, o Governo Municipal também está concluindo as calçadas e iniciando a colocação de planos para sinalização do local.
Com os valores do Governo Federal, a Prefeitura pretende concluir as Via de Acesso Francisco Vahldieck e Fritz Koegler II, a Via Marginal Nova Fritz Koegler, além de duas passarelas (na rua Jose Augusto Maba e rua Elisabeth Loth), da intercessão com a BR 470 e da colocação de iluminação e sinalização.
A expectativa é de que as obras estejam concluídas nos próximos seis meses.
SC: 32 cidades decretam emergência por seca
A Defesa Civil de Santa Catarina reconheceu o estado de emergência em 31 municípios, todos localizados na região oeste do Estado. As áreas mais afetadas se encontram na bacia do rio Uruguai, onde não chove desde o dia 12 de março, e a umidade relativa do ar tem oscilado entre 25% e 50%, índice considerado muito baixo.
Na região de Chapecó, um dos municípios mais castigados pela estiagem, choveu no último trimestre 244,9 mm, o que representou apenas cerca de 50% do índice esperado para o período. Diante da crise de abastecimento na cidade, o sindicato dos proprietários de postos de combustíveis determinou na quarta-feira a suspensão dos serviços de lavagem de automóveis por tempo indeterminado.
A agricultura começa a ser atingida pela seca e a produção de leite e soja apresenta uma queda de cerca de 20%. "Neste ano, os agricultores esperavam faturar devido ao cenário internacional favorável, mas irão amargar mais uma safra de prejuízos", destaca Enori Barbieri, diretor da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (FAESC). "O leite e a soja já apresentam perdas irreparáveis e alguns frigoríficos devem determinar a suspensão dos abates nos próximos dias".
Segundo o capitão Márcio Alves, diretor da Defesa Civil, a situação vem se repetindo desde o ano 2000 e, com a previsão de outono com chuvas abaixo da média histórica, pode se tornar insustentável. "No litoral, várias ocorrências de chuvas fortes e enchentes ganharam os noticiários, mas a estiagem na região oeste de Santa Catarina nos preocupa muito", disse
Na região de Chapecó, um dos municípios mais castigados pela estiagem, choveu no último trimestre 244,9 mm, o que representou apenas cerca de 50% do índice esperado para o período. Diante da crise de abastecimento na cidade, o sindicato dos proprietários de postos de combustíveis determinou na quarta-feira a suspensão dos serviços de lavagem de automóveis por tempo indeterminado.
A agricultura começa a ser atingida pela seca e a produção de leite e soja apresenta uma queda de cerca de 20%. "Neste ano, os agricultores esperavam faturar devido ao cenário internacional favorável, mas irão amargar mais uma safra de prejuízos", destaca Enori Barbieri, diretor da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (FAESC). "O leite e a soja já apresentam perdas irreparáveis e alguns frigoríficos devem determinar a suspensão dos abates nos próximos dias".
Segundo o capitão Márcio Alves, diretor da Defesa Civil, a situação vem se repetindo desde o ano 2000 e, com a previsão de outono com chuvas abaixo da média histórica, pode se tornar insustentável. "No litoral, várias ocorrências de chuvas fortes e enchentes ganharam os noticiários, mas a estiagem na região oeste de Santa Catarina nos preocupa muito", disse
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