quarta-feira, 25 de março de 2009

Audiência sobre o Porto de Itajaí

Texto: Irene Huscher Assessora de Imprensa
Deputado Décio Lima
Foto : Arquivo coluna

Ministro Pedro Brito, dos Portos, se compromete a aditar em 50% o valor da obra

As obras de dragagem do rio Itajaí-Açu, no Porto de Itajaí, que estavam paralisadas há cinco dias, serão retomadas imediatamente. Este foi o compromisso entre o ministro dos Portos, Pedro Brito, e representantes do Porto de Itajaí e da empresa que realiza o serviço, em audiência na tarde de terça-feira, 24, em Brasília.

Para a retomada da obra, paralisada por desacordo entre a empresa que realiza o serviço e o Governo Federal, o ministro Pedro Brito, da Secretaria Especial de Portos, se comprometeu a aditar em 50% o valor do contrato, que é o limite legal, informou o deputado federal Décio Lima (PT/SC), que acompanhou a audiência.

O Porto de Itajaí, por sua vez, se comprometeu a realizar uma força tarefa e colocar sua draga junto para a execução da dragagem do rio Itajaí-Açu, assoreado em função da enchente de novembro, acrescentou Décio Lima.

Também a entregar o projeto executivo e a licença ambiental para o aprofundamento do canal em 14 metros, para operação de navios de maior porte, igualando-se ao nível do Porto de Santos.
A ordem de serviço para as obras de dragagem e recuperação dos berços 1 e 2 do Porto de Itajaí foi assinada pelo ministro Pedro Brito em fevereiro, em Itajaí.

A reconstrução do cais do Porto de Itajaí, destruído em função da enchente no final de novembro do ano passado, foi determinada pelo presidente Lula em dezembro. Para isso, o Governo Federal liberou R$ 350 milhões para a obra.

Para Décio Lima, que preside a Sub-Comissão Especial de Portos, Aeroportos e Aviação Civil na Câmara dos Deputados, o resultado da audiência mostra o compromisso do ministro Pedro Brito e do presidente Lula com a recuperação dos estragos causados pela catástrofe climática em Santa Catarina e a retomada da atividade econômica. “A economia de Santa Catarina depende do pleno funcionamento do Porto de Itajaí”, observou.