Texto : Escuta da coluna na Rádio BanNews FM –SP atualizada as 5h54
A reportagem é de Caiã Messina.
A crise já não faz mais efeito no cheque especial. Os juros cobrados pelos bancos caem em fevereiro e recuam aos níveis de setembro de 2008, mas ainda estão longe de serem considerados baratos. Estão na faixa de 52% ao ano, contra 55% no inicio da turbulência financeira.
Com a Selic em queda, a tendência é de que as taxas baixem para o correntista diz o presidente da FEBRABAN, Fábio Barbosa.
A Federação Brasileira dos Bancos, no entanto, não diz quando os juros cobrados do correntista começam a cair mais fortemente, muito menos para quanto.
O presidente da FEBRABAN não aceita que as instituições sejam responsabilizadas pelo alto valor das taxas. Fábio Barbosa prefere culpar o governo, o Congresso que não vota projetos em pauta e, porque não, o próprio correntista.
Em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, no entanto, os parlamentares não engoliram as explicações e cobraram boa vontade dos bancos em um momento de crise.