quarta-feira, 18 de março de 2009

Marçal pede consciência ecológica

Texto :Imprensa Câmara
Foto : HAG

Ao defender projeto de Lei de sua autoria, a ser apresentado no Legislativo, que propõe o descarte correto do óleo de cozinha, o vereador JOÃO JOSÉ MARÇAL (PP) lembrou os malefícios que o material pode causar ao meio ambiente. “Temos que proibir o descaso com o óleo de cozinha, não temos noção da gravidade desse ato”, afirmou.

Ele recordou que o óleo de cozinha contamina os mananciais de água, promove a morte de rios, destruição da camada de ozônio, encarecimento do tratamento de águas potáveis, proliferação de doenças com ratos e baratas alimentados em rede de esgoto, diminuição da vazão da rede de esgoto facilitando enxurradas.

Ele ainda anunciou os danos causados à saúde humana no uso indevido de sabões caseiros, produzidos por leigos sem controle químico ou inspeção. “O sabão produzido com óleo de cozinha é cancerígeno, pois a fabricação não é supervisionada por um engenheiro químico”, reforçou.

Marçal contou haver uma empresa na cidade, a Controil Ambiental Ltda, que capta 22 mil litros de óleo de cozinha sem nenhum ônus.

E parabenizou empresas que participam da coleta, entre elas: Padaria da Cooper, Blu Lanches, Madrugadão Lanches, Shopping Neumarkt, Indústria de Papel Indaial. “A Controil Ambiental possui mais de 400 recipientes de coleta de óleo espalhados pelo município”, informou.
O parlamentar ainda expôs em garrafas a água incolor do oferecida pelo Samae no plenário, e disse que ficará lá até a oposição se manifestar.

Por fim, o vereador disse que antes que os notebooks tornem-se uma polêmica a compra dos equipamentos deveria ser cancelada. “Aí termina a polêmica, na Casa e na imprensa”, assinalou.