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A reportagem é de Mariana Brenner BandNews FM SP
A grande concorrência e o inicio da safra da cana-de-açúcar devem reduzir o preço do álcool na bomba. Essa é a expectativa do vice-presidente do Sindicato das Distribuidoras de Combustíveis.
De acordo com Alísio Vaz existem no Brasil 300 usinas, mais de 100 distribuidoras e um número superior a 35 mil postos, o que acirra a concorrência.
Além disso, segundo ele, tem início, em abril, a colheita da cana. Esses fatores, de acordo com Alísio Vaz, vão implicar na redução do preço final do combustível.
Com alíquota de 24% o dobro da praticada em São Paulo, por exemplo, hoje no Rio de Janeiro o litro do álcool custa, em média, R$ 1,68. De acordo com o vice-presidente do Sindicato das Distribuidoras de Combustíveis, no Brasil a carga tributária corresponde a mais de um terço do valor do álcool.
A Petrobras está vendendo o diesel 64% mais caro do que no mercado internacional e a gasolina 26% mais cara. De acordo com Alísio Vaz, a companhia deveria rever os preços praticados para não sofrer com a importação dos combustíveis por parte de outras distribuidoras.
O vice-presidente do Sindicato das Distribuidoras de Combustíveis deu uma boa notícia para boa parte da frota de carros GNV do Rio. Segundo Alísio Vaz o preço do metro cúbico do gás natural veicular, muito popular entre os taxistas, deve cair pelo menos R$ 0,5 até maio.