Matérias enviadas a coluna, pela Assessoria de Imprensa da Câmara de Vereadores de BlumenauDEUSDITH: VETO NÃO CAIU POR CORPORATIVISMO
A não derrubada do veto ao projeto sobre segurança nos caixas eletrônicos mostrou o corporativismo usado para atender interesses do Executivo. A análise foi feita pelo vereador DEUSDITH DE SOUZA (PP), ao demonstrar indignação com o resultado da votação ocorrida na ultima terça-feira. “Nós tínhamos a obrigação de manter o projeto, com a promulgação do presidente da Câmara porque faz parte da discussão sobre segurança pública em nossa cidade”, salientou.
A não derrubada do veto ao projeto sobre segurança nos caixas eletrônicos mostrou o corporativismo usado para atender interesses do Executivo. A análise foi feita pelo vereador DEUSDITH DE SOUZA (PP), ao demonstrar indignação com o resultado da votação ocorrida na ultima terça-feira. “Nós tínhamos a obrigação de manter o projeto, com a promulgação do presidente da Câmara porque faz parte da discussão sobre segurança pública em nossa cidade”, salientou.
Ao comentar as abstenções, Souza lembrou que jamais adotou esta postura em vinte anos de Legislativo, “porque o vereador está aqui para votar”, sublinhou. Deusdith buscou até no Dicionário Aurélio o significado exato da palavra: “Se abster é deixar intencionalmente de exercer um direito ou uma função; renúncia, desistência”, e prometeu continuar votando toda e qualquer matéria.
Em relação à postura dos colegas, salientou que “nesta casa não tem nenhum principiante”. Sobre intenção do petista Jefferson Forest de apresentar grande número de propostas, elogiou a iniciativa e prometeu dar celeridade na CCJ.
O vereador também destacou a importância de o Executivo encaminhar os projetos com antecedência ao Legislativo, para permitir ampla discussão e todos os prazos regimentais. “O projeto não pode entrar na quinta-feira e ser votado sem que a gente tome conhecimento”, exemplificou.
Deusdith confessou que tinha esperança de que a Casa iria mudar nesta legislatura e fez outro pedido aos colegas: “Não podemos exercer nossa atividade em função de forças que querem votar pela vontade de alguém. Temos que votar com a nossa consciência e pelos interesses da comunidade”. Souza aproveitou para cobrar mais maturidade do prefeito, sugerindo que ele procure os vereadores para discutir os assuntos de interesse da cidade. “Era assim que fazíamos na administração do ex-prefeito Décio Lima.
Estamos nesta casa para legislar e não apenas para aprovar o que é enviado por ele”, disparou o líder progressista, reafirmando o desejo de mudar sua forma de atuar na Câmara Municipal.
Deusdith saudou o vereador Jefferson Forest e a militância do PT que esteve na Câmara para prestigiar sua posse, lembrando que ela foi responsável por mudanças importantes nos rumos do município.
Deusdith saudou o vereador Jefferson Forest e a militância do PT que esteve na Câmara para prestigiar sua posse, lembrando que ela foi responsável por mudanças importantes nos rumos do município.
Souza ainda mostrou surpresa com as críticas do pedetista Zeca Bombeiro à visita do governador Luiz Henrique da Silveira a Blumenau, lembrando que ele tem feito a diferença entre os últimos mandatários. “Ele sempre traz alguma coisa, quando vem a nossa cidade”, disse.

HELENICE PEDE ATENÇÃO ÀS UNIDADES DE SAÚDE
“Assim como a segurança, saúde também é um direito constitucional que não podemos deixar de lado, pois garante a qualidade de vida das pessoas”. A afirmação partiu da vereadora HELENICE LUCHETTA (PSDB), depois de ouvir as reivindicações da comunidade do bairro da Velha Central esta semana. “Devemos nos empenhar, pois, se temos uma política de saúde que visa a prevenção, temos que ter nossas unidades equipadas e os profissionais que fazem esse trabalho de prevenção”, recomendou.

HELENICE PEDE ATENÇÃO ÀS UNIDADES DE SAÚDE
“Assim como a segurança, saúde também é um direito constitucional que não podemos deixar de lado, pois garante a qualidade de vida das pessoas”. A afirmação partiu da vereadora HELENICE LUCHETTA (PSDB), depois de ouvir as reivindicações da comunidade do bairro da Velha Central esta semana. “Devemos nos empenhar, pois, se temos uma política de saúde que visa a prevenção, temos que ter nossas unidades equipadas e os profissionais que fazem esse trabalho de prevenção”, recomendou.
Ela já manteve contato com o Secretário de Saúde, mas lembra que não pode deixar de transmitir o anseio e a angústia da comunidade: “Faltam agentes, faltam aparelhos que, às vezes, são emprestados para outras unidades. Sabemos das questões financeiras e burocráticas, mas precisamos otimizar a gestão de pessoas e materiais; que estas unidades de saúde saibam, no mínimo, quando os remédios chegam nos almoxarifados, e as licitações tenham um planejamento da demanda porque, nas reuniões dos conselhos, as reclamações são as mesmas”.
Na mesma linha, a vereadora Helenice Luchetta, observou que educação é outro direito constitucional que merece mais atenção. Como ex-gerente de educação, assegurou que o Estado avançou muito, através da implantação de inúmeros programas, mas considera que não basta só ampliação da rede física e que as crianças ganhem dicionários. “Nós precisamos que o secretário e governador, consigam implantar a totalidade do piso salarial dos trabalhadores na educação”, apelou.
Ela chamou atenção para as ‘hora atividade’, hoje fixadas em 20%, e ampliadas para 30% na nova lei. De acordo com a vereadora do PSDB, o governo ainda alega dificuldades porque onera muito os cofres públicos, mas alertou para um aspecto importante: “O Enem em breve vai substituir o vestibular para ingresso nas universidades federais.
E para preparar nossos alunos de escola pública, precisamos de professores que tenham tempo de estudar, de se aprimorar; que estejam bem mentalmente e também no bolso, para que o governo possa cobrar resultados”.
A parlamentar tucana também comentou sobre a manutenção do veto na terça-feira. Ela sustentou que segurança é um direito constitucional para lembrar aos colegas que, “se queremos segurança, vamos votar em todos os projetos constitucionais, que vão trazer mais segurança para o povo. Caso contrário nossos discursos não tem tanto fundamento”.