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FIESC: mínimo regional desprestigia negociação
A FIESC encaminhou no dia 14 de julho ofício a todos os deputados estaduais defendendo a rejeição do projeto de lei que pretende criar no estado o salário mínimo regional.
Nele, argumenta que o aperfeiçoamento das relações trabalhistas passa, necessariamente, pela valorização da negociação coletiva de trabalho. “Percebe-se que o projeto de lei desconsidera a atividade sindical, desprestigia as relações trabalhistas e desvaloriza o instituto da negociação coletiva de trabalho”, diz o texto.
A FIESC também considera que a interferência política na definição de valores salariais prejudicaria a competitividade das empresas. “Salário precisa ser definido com base em questões técnicas e de negociação. Além disso, no caso da indústria e do comércio, por exemplo, todas as categorias já possuem instrumentos coletivos em vigência”, diz o presidente da FIESC, Alcantaro Corrêa.
Nível de emprego na indústria catarinense cai 0,1% em junho
O emprego nas médias e grandes indústrias catarinenses apresentou queda de 0,15% em junho, segundo pesquisa da FIESC, divulgada nesta quarta-feira (15).
O dado representa o fechamento de 319 vagas no grupo de 349 médias e grandes indústrias pesquisadas pela entidade. De julho de 2008 a junho de 2009 (últimos 12 meses), o grupo pesquisado fechou 13.952 vagas.
No acumulado do primeiro semestre de 2009 em relação ao mesmo período de 2008 houve redução de 11.495 vagas. Em termos absolutos, os segmentos que mais fecharam postos de trabalho foram alimentos e bebidas, máquinas e equipamentos, metalurgia básica, veículos automotores, máquinas, aparelhos e materiais elétricos e produtos de madeira.