Por: HamiltonAntonio
Li matéria em um órgão de imprensa escrita da cidade, que é pensamento da Prefeitura de Blumenau, promover alguma atividade para não deixar passar em branco a data de 22 de novembro próximo quando fará um ano da catastofre que destruiu grande parte da cidade e que ainda não está recuperada.
Alias ainda tem gente morando em moradias provisórias construídas pela prefeitura e informações de entrega de casas construídas somente para o próximo ano, assim como as ruas para serem reabertas e galerias a amostra como da rua das missões e da rua Itajaí enfrenta ao SESI.
Quero lembrar que sou um daqueles jornalistas que dificilmente sai da linha quando escreve, mas desta vez confesso que sou obrigado a sair dos trilhos porque os trem vai acabar me atropelando se ficar parado sem dizer o que penso.
Não temos o que comemorar, até por falta de obras que realmente resolvam os problemas de nossa gente, não preciso ser repetitivo, pois todos sabem quais, alem das que citei acima.
Quanto ao monumento para homenagear as vítimas e simbolizar a lembrança da tragédia, parece que entraram na idéia da vereadora Norma Dickmann (DEM) manifestada na tribuna da Câmara há meses atrás.
Fica uma observação da coluna “não acredito que esta idéia de atividades alusivas a data, tenha partido do prefeito JPK” que ao longo de sua administração tem encontrado dificuldades com os poucos recursos para recuperação dos estragos por toda a cidade.
Homenagear os que ajudaram sim, mostrar como se prevenir de um a outra situação sim, mas no demais seria melhor reunir familiares dos que perderam vidas durante a catástrofe em toda a região do Vale, e no Parque Ramiro Ruedguer, realizarem uma missa ou um culto, com padres e pastores de diversas religiões e numa grande corrente, elevarmos nossos pensamentos pedindo que catástrofes como aquela não aconteçam mais.
Ou será que o bizarro aqui sou eu?