Noticias da Agência Brasilia de ComunicçãoIDELI PEDE E SENADO DEBATE REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE COMERCIÁRIO
Para tanto, foram convidados representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT); daForça Sindical; da União Geral dos Trabalhadores (UGT); da Central dos Trabalhadorese Trabalhadoras do Brasil (CTB); da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC); e o presidente da Federação dos Trabalhadores no Comércio no estado de Santa Catarina, Francisco Alano.
Vinho
Audiência para tratar de diversas questões relativas à produção da uva, importação e exportação, rótulo, preço e, especialmente, o selo fiscal para o vinho também foi aprovada pela CAS.
Vinho
Audiência para tratar de diversas questões relativas à produção da uva, importação e exportação, rótulo, preço e, especialmente, o selo fiscal para o vinho também foi aprovada pela CAS.
Paim, autor do requerimento, afirmou que o selo fiscal é uma questão polêmica, com posição favorável dos grandes e médios produtores e contrária dos pequenos produtores.
Para discutir todos esses aspectos da produção vinícola foram convidados representantes da Câmara Setorial do Vinho e da União das Vinícolas Familiares (Uvifam).
COLATTO: AMBIENTALISTAS NÃO TÊM VOTO E QUEREM GANHAR NO GRITO
Brasília - Pela terceira vez, foi adiada a eleição para cargos de direção da comissão especial criada para analisar os projetos de lei que propõem alteração na legislação florestal brasileira. Divergências entre ambientalistas e ruralistas vêm dificultando a eleição dos dirigentes.
Nesta terça, duas questões de ordem com o mesmo teor, uma levantada pelo líder do Psol, deputado Ivan Valente (SP), e outra pelo líder do PV, deputado Edson Duarte (BA), levaram ao encerramento da sessão sem a escolha dos nomes. Citando o artigo 34 do Regimento Interno da Câmara, Edson Duarte afirmou que a metade dos integrantes de uma comissão especial têm de fazer parte também do colegiado das comissões permanentes pelas quais o projeto deveria tramitar.
Os líderes dos partidos, segundo o deputado, não respeitaram essa disposição ao indicar os integrantes da comissão especial. Ele lembrou que várias comissões, especialmente a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), não têm um único representante no colegiado. "Esta matéria trata do Código Penal.
Como avaliar nesta comissão especial se não temos um integrante da CCJ aqui representado?", questionou o parlamentar. Duarte, que afirmou ter encaminhado a questão de ordem também no plenário da Casa, pediu a alteração dos integrantes da comissão especial para que o trabalho comece efetivamente. "Porque até agora não há equilíbrio, apenas o tensionamento de um lado, daqueles que querem desmontar a legislação ambiental brasileira", ressaltou.
Critérios dos líderes - Para o coordenador da Frente Parlamentar da Agropecuária e autor de um dos projetos em discussão na comissão especial, deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), não é obrigatório que todas as comissões temáticas estejam representadas na especial. De acordo com ele, cabe às lideranças dos partidos fazer a indicação dos nomes segundo os critérios que julgarem convenientes.
Collato acredita que os ambientalistas querem dificultar o andamento dos trabalhos. "Por que eles não querem deixar a comissão votar? Eles, na verdade, não têm voto, não têm proporcionalidade, não têm representação política na Casa e querem ganhar no grito. E isso não vai acontecer", garantiu o parlamentar. Unidades de conservaçãoO deputado Ivan Valente alertou que a comissão especial será um cenário de grande embate, já que os ruralistas defendem a flexibilização das unidades de conservação e revogação de parte da lei de crimes ambientais, por exemplo. "O jogo da bancada ruralista é reformular a legislação ambiental brasileira, uma das melhores do mundo, em benefício próprio.
É um desastre", resumiu. Sobre a eleição da mesa da comissão, Ivan Valente disse que ainda não há consenso entre os nomes e que nem a indicação do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) para a relatoria satisfaz.
Ivan Valente lembrou que Rebelo apoiou os ruralistas na questão das terras da reserva Raposa Serra do Sol.O projeto de lei 1876/99, que propõe um novo Código Florestal em substituição ao atual (Lei 4.771/65), já foi rejeitado em duas comissões.
Mas tramita agora na comissão especial porque ele traz apensado o PL 5367/09, do deputado Valdir Colatto, que institui o Código Ambiental Brasileiro e revoga o Código Florestal.
Há outras quatro propostas apensadas ao projeto original, que é de autoria do ex-deputado Sérgio Carvalho.
A próxima reunião da comissão especial será marcada assim que o colegiado decidir sobre a
questão de ordem levantada pelo líder do PV.