quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Mandatos de Deputados organizam encontro sobre moradia popular
Texto: Irene Huscher Assessora de Imprensa Deputado Federal Décio LimaOs mandatos do deputado federal Décio Lima (PT/SC) e da deputada estadual Ana Paula (PT/SC), juntamente com o Fórum Catarinense e com o Fórum Nacional Por Moradia Popular, promovem nesta quinta-feira, dia 20, reunião preparatória para um encontro regional para tratar sobre moradia popular e suas formas de acesso.

A reunião será às 18 horas, na Casa Amarela (Rua São Paulo, 65 – Centro), em Blumenau, onde funciona o escritório regional dos dois parlamentares.
O encontro regional sobre moradia popular e suas formas de acesso, a ser realizado provavelmente no mês de setembro, pretende discutir a necessidade de os municípios apresentarem projetos habitacionais para garantir moradia digna à população.
Preocupação ainda maior em Blumenau, onde segundo matéria veiculada na imprensa local, 1.155 pessoas ainda estão em seis abrigos temporários após a tragédia de novembro.
“São 309 famílias fora de seu lar, vivendo em condições inadequadas e sofrendo com o descaso por um direito básico de todo cidadão: uma casa”, lamenta o deputado Décio Lima.
O parlamentar, junto com a deputada Ana Paula, tem manifestado na Câmara dos Deputados e na Assembléia Legislativa, respectivamente, preocupação com as condições de moradia a quês estão submetidas estas pessoas.
Por isso, os dois parlamentares entendem que uma das estratégias é apoiar ações que fortaleçam e permitam a essas famílias ter informações sobre as formas de acesso a moradia popular, como o Programa Minha Casa, Minha Vida, recém lançado pelo Governo Federal e que tem como meta a construção de 1 milhão de unidades habitacionais para famílias de baixa renda em todo o País.
Minha Casa, Minha Vida – Oito cidades do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, já aderiram ao Programa Minha Casa, Minha Vida: Blumenau e Itajaí, cidades com mais de 100 mil habitantes, foram as primeiras, seguidas por Gaspar, Brusque, Rio do Sul, Camboriú, Balneário Camboriú e Navegantes, depois da inclusão de municípios com mais de 50 mil moradores no programa. A prioridade é para famílias desabrigadas pela tragédia climática de novembro.
O Programa Minha Casa, Minha Vida vai viabilizar a construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda de até três salários mínimos (subsídio integral com isenção de seguro) e, posteriormente, 10 salários mínimos (estímulo à compra com redução dos custos do seguro).
O Governo Federal está investindo R$ 34 bilhões para que milhões de brasileiros tenham acesso à casa própria.
Famílias com renda de até três salários mínimos, interessadas em se cadastrar no Minha Casa, Minha Vida, devem procurar as Secretarias de Habitação dos municípios que aderiram ao programa, levando comprovante de endereço, CPF e Identidade.
A prefeitura de cada cidade é o órgão responsável pela indicação das famílias beneficiadas, cabendo à Caixa Econômica Federal o acompanhamento e a liberação do financiamento.
Já o cadastramento no programa para quem tem renda entre três a 10 salários mínimos deve ser feito diretamente nas agências da Caixa Econômica Federal. O financiamento, neste caso, é para imóveis novos no valor de até R$ 80 mil.
Galdino defende candidatura de Blumenau para receber as Olimpíadas Universitárias em 2010
Com três Jogos Olímpicos no currículo, o presidente da Fundação Municipal de Desportos de Blumenau, Sérgio Galdino, acompanhou as Olimpíadas Universitárias JUBS 2009, em Fortaleza, com a mesma garra que mostrava na época em que era atleta.
Aos 40 anos, ele espera trazer a competição novamente para a cidade catarinense em 2010, três anos depois do sucesso das Olimpíadas Universitárias de 2007. A definição da sede acontecerá no fim de agosto. O dirigente retornou nesta quarta-feira, 19 de agosto, para Blumenau.
Queremos mostrar ao Brasil que a cidade de Blumenau não está destruída.
Queremos mostrar ao Brasil que a cidade de Blumenau não está destruída.
Passamos por dificuldades, mas a vida já voltou ao normal na cidade. Inclusive queria agradecer a solidariedade de todo povo brasileiro e dizer que esperamos os melhores atletas de todo o país para participar da competição”, disse Galdino, lembrando da tragédia ocorrida em novembro do ano passado, que vitimou centenas de pessoas.
Para ele, o esporte universitário brasileiro está em franca evolução, se aproximando cada vez mais do exemplo das grandes potências olímpicas, como os Estados Unidos e a China.
“Após 2005, quando o COB abraçou o projeto, o esporte universitário brasileiro vem mostrando grande avanço, atendendo aos preceitos básicos da administração esportiva (planejamento, organização, direção e controle).
Antigamente os atletas pagavam do seu próprio bolso as viagens, ficavam em alojamentos, a alimentação deixava a desejar”, lembrou.
Blumenau sempre desenvolveu a cultura do esporte. Das 48 edições dos Jogos Abertos de Santa Catarina disputados até hoje, a cidade venceu 39. A Fundação Municipal de Desportos de Blumenau gerencia 40 modalidades, desde as categorias de base (Olesc e Joguinhos) até o alto rendimento.
Em 2005, implantou o maior programa de iniciação esportiva de sua história, reunindo atualmente 2.500 crianças e adolescentes, de 7 a 17 anos. São 53 polos distribuídos por 25 dos 35 bairros da cidade, oferecendo 18 modalidades. “É um dos principais programas de inclusão social da cidade, propiciando a revelação de novos talentos esportivos que comporão nossas equipes, vestindo a vitoriosa camisa de Blumenau”, destacou Galdino.
“Mantemos 40 modalidades do atletismo ao xadrez. Criamos um fundo de esportes como a lei Federal do Bolsa atleta. Claro que muitos políticos dizem que nós deveríamos pegar o dinheiro e investir no futebol, mas acredito na diversificação do talento. Como dizia o meu amigo também marchador Mario dos Santos Junior, “O talento é que te escolhe”. Além disso, contamos com um excelente acervo de dados de todos os atletas”, disse.
No cargo desde março desse ano e formado em educação física, Galdino afirma que a responsabilidade que tem agora como dirigente é muito maior se comparada quando era atleta.
”Organizar um evento esportivo parece simples, mas não é. Nada pode falhar. Tem a questão do transporte, alojamento, alimentação. Não é fácil trabalhar essas coisas para um público de 4 mil pessoas. As pessoas vêem sempre o produto final, que parece simples, mas tem todo um processo de organização”, opinou.
”Organizar um evento esportivo parece simples, mas não é. Nada pode falhar. Tem a questão do transporte, alojamento, alimentação. Não é fácil trabalhar essas coisas para um público de 4 mil pessoas. As pessoas vêem sempre o produto final, que parece simples, mas tem todo um processo de organização”, opinou.
Para ele, o retorno do esporte é sempre garantido: “Além de fazer muito bem à saúde de qualquer pessoa, o esporte também é muito lucrativo. Trata-se de um turismo de evento. Vira negócio. Tem que saber aproveitar o que tem.
Não é só a gestão. Em 2007, contratamos uma empresa especializada, e vimos que, só de mídia espontânea nosso retorno foi de R$ 20 milhões”.
Fã de Joaquim Cruz, Galdino ainda detém o recorde brasileiro da marcha de 20 km, com 1h19min56s, conquistada em 1995 no Mundial da Alemanha. Ele nunca disputou as Olimpíadas Universitárias, mas foi nos Jogos Escolares Catarinenses e Sul Brasileiros de Curitiba, em 1985, quando conquistou a medalha de bronze, aos 16 anos, que iniciou sua vitoriosa carreira.
Ele representou o Brasil em três edições dos Jogos Olímpicos: Barcelona-1992, Atlanta-1996 e Sydney-2000, além de três Jogos Pan-americanos: Havana-1991, Mar Del Plata-1995 e Santo Domingo-2003. Nos seis Campeonatos Mundiais que disputou, entre 1991 e 2005, o melhor resultado foi a sexta colocação em Stuttgart (ALE), 1993.
As Olimpíadas Universitárias JUBS 2009 são uma realização do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Ministério do Esporte e Organizações Globo, com organização do COB, direção técnica da Confederação Brasileira de Desporto Universitário (CBDU) e o apoio do Governo do Estado do Ceará e da Federação Universitária do Ceará (FUCE).
Fiscalização da Prefeitura impede ocupações de passeios
Texto: Alexandre Velame Foto: Celso Peixoto Assessoria de Imprensa da Prefeitura B CA Prefeitura de Balneário Camboriú, através da Secretaria de Planejamento, inicia essa semana serviço de fiscalização de obras e calçadas tomadas por ocupações indevidas.
O objetivo é qualificar o tráfego de pedestres em vias exploradas pela instalação de placas e barracas de ambulantes. O controle do espaço público garante ainda o direito de ir e vir aos portadores de necessidades especiais.
A desobstrução dos passeios é meta do Projeto “A Cidade é Nossa”. A tentativa de humanizar o trânsito com a criação de ciclovias e vias alternativas para o tráfego de veículos mostra a intenção da Prefeitura de dar preferência ao pedestre. Como a calçada é espaço destinado à travessia da população, não será admitida a exploração indevida dos passeios para fins comerciais e publicitários.
O setor de fiscalização da Secretaria de Planejamento será atuante na vistoria de obras em andamento. Serão notificadas as construções infratoras da legislação referente ao recuo de calçadas. Os fiscais vão utilizar mais de mil selos para identificação das obras vistoriadas pela equipe.
Linha Verde
No próximo dia 28 será remetida a Secretaria de Desenvolvimento Regional a documentação referente à construção da primeira etapa da Linha Verde. Será um novo acesso de ligação da BR-101 com a Osvaldo Reis (entre os municípios de Balneário Camboriú e Itajaí) e com o bairro Ariribá, em Balneário Camboriú.
No próximo dia 28 será remetida a Secretaria de Desenvolvimento Regional a documentação referente à construção da primeira etapa da Linha Verde. Será um novo acesso de ligação da BR-101 com a Osvaldo Reis (entre os municípios de Balneário Camboriú e Itajaí) e com o bairro Ariribá, em Balneário Camboriú.
O município deve firmar um consórcio com estado e cidade vizinha para implementar o trecho rodoviário. O investimento total será de R$ 5 milhões.
Indaial é destaque na geração de empregos formais
Fonte: Sine/SC - MTE – CagedEm julho de 2009, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram criados 5.183 postos de trabalho celetistas no Estado, correspondendo a uma expansão em relação ao estoque de emprego do mês anterior.
Os dados do mês parecem sinalizar uma recuperação do mercado de trabalho formal em Santa Catarina, pois, apesar do saldo líquido ser inferior ao resultado de igual mês do ano passado, está entre os três melhores para o mês de julho nos últimos dez anos.
Com o resultado do mês, o número total de empregos atinge a marca de 1.574,7 mil empregos com carteira assinada em Santa Catarina.No acumulado dos primeiros sete meses do ano houve a criação de 16.856 postos de trabalho.
Nos últimos 12 meses completados em julho, o estoque de empregos formais elevou-se em 1,72%, o que significa um incremento de 26.361 postos de trabalho. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Sine/SC – Sistema Nacional de Emprego, vinculado a Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação.Setores de Atividade Econômica – A expansão no nível de emprego em julho deveu-se, principalmente, à recuperação da Indústria de Transformação, com a criação de 3.084 empregos e a Construção Civil, com 1.038 vagas.
O setor de Serviços (+962 vagas) e o Comércio (+631 vagas), também apresentaram crescimento, embora em menor proporção que no mesmo mês do ano passado. Por outro lado, a Agropecuária (-267 postos) e a Extrativa Mineral (-181 postos) foram os setores de atividade econômica que apresentaram as maiores retrações no mês.
O baixo desempenho da Agropecuária, responsável pelo fechamento de 267 vagas no mês, ainda está relacionado à desativação de empregos temporários na fruticultura e, devido a este componente sazonal, ainda que em desaceleração, completa o quinto mês consecutivo de queda no nível de emprego.Municípios – Entre os 36 maiores municípios de Santa Catarina (mais de 30 mil habitantes), o ranking de maior geração de empregos formais no mês passado é liderado por Joinville (+494 vagas), seguido de Itajaí (+310 vagas) e Indaial (+279 vagas).
Em Joinville, o setor de Serviços respondeu pela geração de 227 vagas, seguido pela Construção Civil (+151). No município de Itajaí, os destaques foram a Indústria de Transformação (+184 vagas) e o setor de Serviços (+121). Em Indaial, os setores que se sobressaíram foram a Indústria de Transformação (+104 vagas) e o setor de Serviços (+82 vagas).
Entre os municípios que, em números absolutos, mais desativaram postos de trabalho em julho deste ano estão Araranguá (-138 postos), São José (-132 postos) e Mafra (-130 postos). Em Araranguá, a Indústria de Transformação fechou 80 vagas e foi o setor de atividade econômica responsável pelo baixo desempenho do emprego no município em julho.
No caso de São José, o desempenho do setor de Serviços foi determinante no baixo desempenho do emprego no município. Este subsetor de atividade econômica foi responsável pela desativação de 195 do total de 132 empregos eliminados no município.
Em Mafra, a Agropecuária foi responsável pelo fechamento de 128 das 130 vagas fechadas no município.
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