Seu grande sucesso que a tornaria famosa nacionalmente foi “Arrastão”, de Edu Lobo e Vinicius de Morais, com que ganhou o primeiro lugar do primeiro Festival de Música Popular Brasileira da TV Excelsior, em abril de 1965.
Foi nessa interpretação que ela lançou a coreografia que se tornaria uma marca registrada, girando os braços sem parar. Criada pelo dançarino americano Lennie Dale, radicado no Brasil, ela lhe valeria os apelidos de “Elis-cóptero” e “Élice-Regina”.
Elis, como adotou seu nome, abandonando o acento no “É”, gradualmente firmou-se como a melhor cantora da época, gravando discos e fazendo shows de grande sucesso.
Foi casada com o letrista (dupla “Menescal e Bôscoli”) e produtor de shows (dupla “Miéle e Bôscoli”) Ronaldo Bôscoli, com quem teve o filho João Marcelo Bôscoli, e com o pianista César Camargo Mariano, com quem teve os filhos Pedro Camargo Mariano e Maria Rita. Os três filhos enveredaram pelo meio musical.
Elis teve morte trágica, em 19 de janeiro de 1982, causada pela ingestão de cocaína e uísque. Pode-dizer que ela foi, na segunda metade do século, a grande modernizadora equivalente a Cardem Miranda na primeira metade.
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