Fonte-Escuta Coluna Radio BndNews FM-SPO comandante do Batalhão de Choque de São Paulo e da operação realizada em Santo André, no ABC Paulista, diz que a jovem Nayara estava confusa quando prestou depoimento.
Após receber alta, ainda no hospital, a adolescente contou que não ouviu nenhum tiro antes da invasão da polícia ao apartamento.
O coronel Eduardo Félix de Oliveira reafirmou que um disparo provocou a entrada dos homens do Grupo de Ações Táticas Especiais no cativeiro.
O delegado seccional de Santo André, Luiz Carlos dos Santos, conta que a jovem relatou um tiro durante à tarde, mas não perto do horário da entrada do Gate no local. Segundo o delegado, três vizinhos disseram ter ouvido um disparo entre um minuto e trinta segundos antes da invasão. Por isso, será feita uma reconstituição do desfecho trágico do caso, que terminou com a morte de Eloá.
O delegado Luiz Carlos Santos conta ainda que Nayara foi obrigada pelo seqüestrador a voltar para dentro do apartamento. A mãe de Nayara, Andréa Araújo, nega ter autorizado a volta da filha para o cativeiro. O promotor responsável pelo caso, Antônio Nobre Folgado, afirma que Nayara estava segura durante o depoimento.
A polícia civil tem um prazo de 10 dias para encerrar o inquérito e encaminhar para a promotoria, que terá 5 dias para oferecer denúncia contra Lindemberg Alves. Já a sindicância interna da polícia militar que apura a ação do GATE deve ficar pronta em 30 dias