Domingo, 16, o ministro foi firme na negativa das denúncias, e afirmou, em conversa com o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), e depois em entrevista ao Fantástico, que pretende esclarecer as denúncias na Câmara e mover uma ação penal contra a revista e o entrevistado por calúnia. “Vou defender e resguardar minha honra”, declarou Orlando Silva.
A reportagem da Veja traz o depoimento de João Dias Ferreira, um policial militar preso pela Polícia Civil de Brasília em 2010. Ferreira contou que o ministro teria comandado um esquema de desvio de verbas do programa Segundo Tempo, que promove a prática esportiva entre crianças e adolescentes. O suposto esquema teria desviado cerca de R$40 milhões nos últimos oito anos.
Vaccarezza disse que conversou por telefone com Orlando Silva, e que ele tomou a iniciativa de pedir à Polícia Federal que investigue o caso, e já se dispôs a ir à Câmara.
“Espero com isso não deixar dúvidas sobre a falta absoluta de fundamentação das acusações feitas contra mim pelo entrevistado. Tenho a certeza de que ficará claro de que tudo o que ele diz são calúnias”, disse o ministro, conforme uma nota divulgada pela assessoria de imprensa do ministério.
Segundo Vaccarezza, Orlando Silva deve depor na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara até quarta-feira, 19.
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